Depois de um tempo, a gente resolve aceitar que, por mais difíceis que sejam, as escolhas sempre levam ao novo. E o novo dá medo. Mas, ainda assim, quando se vê que esta é a maior das realidades, é possível tentar se acostumar com ela. E, a partir daí, tornar tudo mais leve, embora muito mais intenso. É quase um "carpe diem". Só que com mais objetivo e interesse.
Toda vez que me dou conta de que as coisas vão passar, misturam-se dois sentimentos contrários. Quando é algo bom, saudade. Se algo ruim, alívio. A sensação de que tem que ser o melhor agora, entretanto, essa, não passa.
"afinal, elas são a unica permanência". Massa, essa é uma das coisas que me fascinam. Outro coisa interessante é o nosso conflito interno quando resistimos às mudanças. Tipo... "o novo pode ou não ser bom, mas o antigo é tão legal, tão confortável." Enfim... é uma "lombra".
ResponderExcluirQue alivio... estava angustiado pois não saberia mais o que se passa dentro de você já que não ia mais lhe ver, mais aqui creio que poderei saber um pouco daquilo que via em você...
ResponderExcluirMeu amor, tava pensando em montar um blog tambem e lhe chamar para ser editora dele, porém você foi mais rapida, agora só me resta dispor a fazer o layout dele, apesar de saber que vc tem alguem do seu lado bem mais capacitada para isso... Abraços e que Deus lhe acompanhe nessa nova vida... Quanto ao que foi descrito acima, só tenho a dizer que o novo me ecita (na mais pura interpretação) pois ele traz infinitas possibilidades e nós podemos escolher algumas delas... TE AMO!